Quando a gente fala de assédio no trabalho, todo mundo pensa no processo trabalhista. Nos R$ 50 mil a R$ 370 mil que o TST mostra nas estatísticas. Mas o custo real é muito maior do que isso. E a maior parte é invisível.
O que você não vê na planilha
Rotatividade. Funcionário que sofre assédio pede demissão. Cada saída custa 2 salários. Numa empresa com 30 pessoas e 5 saídas por ano ligadas a ambiente tóxico, são R$ 60 mil evaporando.
Absenteísmo. Antes de afastar formalmente, o funcionário começa a faltar. Atestados de 1-2 dias que se acumulam. A produção cai, mas ninguém conecta os pontos.
Presenteísmo. O mais traiçoeiro. A pessoa vai trabalhar mas não produz. Tá lá de corpo, mas a cabeça desligou. Estudos mostram queda de até 30% na produtividade.
Clima destruído. Um assediador contamina a equipe inteira. Os outros veem o que acontece e pensam: "Se fizerem comigo, também não tem pra quem falar."
Imagem da empresa. Em tempos de Glassdoor e redes sociais, ex-funcionários falam. E falam alto.
A conta real da Dona Fátima em Fortaleza
A Dona Fátima tem uma rede de 3 lojas de cosméticos com 45 funcionários. Um gerente assediava uma vendedora há meses. Ninguém sabia, ou fingia não saber.
A conta final: processo trabalhista de R$ 120 mil. 4 funcionárias pediram demissão na sequência: R$ 32 mil em reposição. 6 meses de clima péssimo na loja: queda de 18% nas vendas. 3 avaliações negativas online. Total estimado: mais de R$ 200 mil. O gerente ganhava R$ 4.500/mês.
Prevenção custa uma fração
Canal de denúncias + treinamento anti-assédio + código de conduta + comitê de ética. Tudo junto custa menos que 1 mês de salário do gerente que causou o estrago.
O Zakto automatiza esses 4 pilares. E quando chega denúncia, a equipe Zakto guia o comitê no processo de apuração.
Na nossa visão, prevenir assédio não é só questão de ética. É sobrevivência financeira.
Fontes: TST 2024, pesquisas de clima organizacional, dados de mercado BR